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  • O Photoshop e a Ditadura da Beleza

    O Photoshop e a Ditadura da Beleza

     Por Silvana Lages

    Há tempos venho falando aqui no blog sobre o tema de minha palestra “Ditadura da Beleza x Ditadura da Felicidade”. Como o assunto está fazendo tanto sucesso e a palestra também, decidi que a partir de agora vamos marcar um encontro toda segunda-feira para falar sobre este assunto. Essa foi a forma que encontrei de realmente declarar uma guerra contra a ditadura da beleza. E para isso conto com seu apoio!

    Bonito ou belo? [Imagem Pessoal x Ditadura da Beleza]

    Esta ditadura impõe um padrão fora do alcance para a maioria das mulheres, faz com que elas se sintam inferiores quando não têm o cabelo da propaganda de shampoo, ou a pele da modelo da revista.

    Tudo isso torna-se ainda mais cruel se pensarmos que muito do que se impõe como sendo “a perfeição da beleza” na verdade não existe, foi criado em computador.

    É isso mesmo! Praticamente todas as fotos de editoriais de moda ou de comerciais que você vê por aí passam pela edição do famoso Photoshop. Tanto é que, muitas vezes, acabam errando a mão e pagando mico, tamanho o estrago que fazem na imagem real das modelos (confira aqui alguns exemplos desastrosos).

    Não importa se há uma ruguinha a mais, um braço mais cheinho ou uma barriga saliente, tudo é cortado, espremido e ajustado na “faca” desse poderoso editor de imagens.

    Assim fica difícil, né? Como é que podemos nos comparar e querer nos igualar a imagens criadas em programas de computador? Ao contrário das fotos, não somos feitas de pixels, e sim de carne e osso (ainda bem!).

    Um exemplo a ser seguido

    Indo na contramão desse péssimo hábito de retocar as fotos a ponto de modificar a imagem real das pessoas, a marca de lingerie americana Aerie deu um bom exemplo em sua última campanha.

    A empresa convidou mulheres normais, e não modelos, para estampar anúncios e protagonizar campanhas de sua nova linha de peças íntimas. Em todas as fotos, há um anúncio afirmando que as mulheres da foto não foram “tocadas” por Photoshop. Veja algumas imagens:

    Ditadura da Beleza x Ditadura da Felicidade

    Ditadura da Beleza

    Em sua página no Facebook, a Aerie deixou a seguinte mensagem:

    “Queridas garotas Aerie,

    Achamos que é hora de mudança. Achamos que é hora de ser real e pensar real. Queremos que todas as garotas se sintam bem sobre si mesmas e sua imagem, por dentro e por fora. Isso significa: sem retoque e sem supermodelos. Por quê? Porque não há motivo para retocar a beleza. Achamos que a verdadeira mulher é sexy”.

    O Photoshop e a Ditadura da Beleza

    Isso é sensacional! Essa campanha, e outras do gênero, como a da marca Dove sobre a Beleza Real (que falamos aqui), mostram que, aos poucos, o mercado publicitário está acordando e entendendo que as mulheres querem ser valorizadas pelo que elas são na vida real, e não serem “atingidas” por padrões que não podem alcançar.

    Nós queremos #menosPhotoshop e #maisBelezaReal!  

    Silvana Lages - baixaAs mulheres podem exaltar o que têm de mais bonito em si cuidando de sua Imagem Pessoal, de suas roupas, de seus cabelos, de sua pele, mas, tudo isso, sem deixar de ser elas mesmas, com suas formas e estilos únicos!

    Sucesso!

    Silvana Lages

    Aceitar-se e encontrar sua Beleza Real é o primeiro passo para o desenvolvimento de uma Imagem Pessoal de sucesso. Ninguém precisa de Photoshop para se sentir bonita, basta cuidar-se e adequar sua Imagem aos seus objetivos. Entre em contato e saiba mais sobre como a palestra “Ditadura da Beleza x Ditadura da Felicidade” pode ajudar as mulheres nesse caminho: contato@silvanalages.com.br | (31) 9136-7973

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  • Saiba o que é (e para quem é) o Estilo Moderno-Criativo

    Saiba o que é (e para quem é) o Estilo Moderno-Criativo

    Por Silvana Lages

    Dando continuidade aos vídeos que apresentam os diferentes tipos de estilo hoje falo sobre o criativo-moderno, revelo as características mais comuns a ele e comento a quais profissões ele é mais indicado.

    Assista e reflita sobre o seu próprio estilo.

    Gostou e quer saber mais sobre outros estilos?

    Clique nos links abaixo e conheça os que já apresentei aqui.

    *Entenda o que é (e para quem é) o Estilo Sexy

    *Entenda o que é (e para quem é) o Estilo Clássico Tradicional

    Além disso, não deixe de acompanhar semanalmente a série de vídeos. Continuarei a apresentar estilos na semana que vem.

    Sucesso!

  • Imagem Pessoal x bolsa de valores: qual a relação

    Imagem Pessoal x bolsa de valores: qual a relação

    Por Silvana Lages

    Business peopleA reportagem que você lê clicando aqui fala sobre uma pesquisa que diz que empresas que possuem presidentes/executivos mais bonitos têm mais valor na Bolsa de Valores.

    A pergunta que orienta o debate que quero promover neste artigo é: será mesmo que é a beleza física que conta nessa hora?

    Acho muito arriscado dizer que só porque a organização tem um presidente “bonito” ela terá melhores resultados, não é mesmo?

    Não é apenas a beleza física, e sim o modo como o presidente se cuida, se veste, se comporta que vai contar pontos para a organização que ele representa. Também importam aspectos como liderança, atitudes, estar sempre de olho nas novidades e assim por diante.

    Por isso, nenhum tipo de generalização é positivo. Precisamos tomar cuidado quando lemos ou ouvimos por aí essas “verdades absolutas”.

    Até porque recentemente uma pesquisa revelou que apenas 2% dos homens e 3% das mulheres do mundo são extraordinariamente bonitas. E o restante? Se daria mal profissionalmente apenas por não ter a beleza padrão que os outros acham ideal? Tenho certeza que não!

    Beleza é muito mais um estado de espírito, que vem de dentro para fora, do que só o que se vê “por fora”.

    Para encerrar esse debate e acabar de vez com essa teoria proponho uma reflexão sobre o que é beleza. Utilizo, para isso, os tópicos apresentados pela minha colega Consultora Ligia Lima…

    • Cada cultura tem seu padrão de beleza;
    • Para os ocidentais, o padrão de beleza é completamente diferente do que para os orientais;
    • Apesar das diferenças culturais e dos padrões estéticos diferenciados há uma beleza que vai além do conceito estético; a Beleza interior
    • O bonito pode ser harmonioso, agradável aos olhos, esteticamente aprovado pela maioria, mas pode não expressar o BELO;
    • O BELO é essência; o BONITO é estética;
    • Por que existem pessoas que são lindas esteticamente, mas não são atraentes como companhia? E existem pessoas esteticamente fora dos padrões, mas adoráveis, acolhedoras e que todo mundo quer por perto. Isso comprova que beleza é, antes de tudo, essência.

    Silvana Lages - baixaE é na essência que os líderes devem se fundamentar para conquistar resultados cada vez melhores. A bolsa de valores vai apresentar os retornos que você espera por isso.

    Sucesso!

    Silvana Lages

    Quer que sua equipe preocupe-se em buscar resultados excelentes? Ajude-os a aprimorar a Imagem Pessoal, Postura, Etiqueta e Comportamento Profissional oferecendo a eles as palestras, cursos e treinamentos de Silvana Lages. Entre em contato pelo telefone (31) 9136-7973 ou pelo e-mail contato@silvanalages.com.br e saiba como isso é possível.

     

  • Escola de Princesas e a vida real

    Escola de Princesas e a vida real

    Por Silvana Lages

    Era uma vez, em uma cidade encantada, uma escola que ensinava princesas a serem prendadas, bonitas e educadas. Parece conto de fadas, mas isso acontece na vida real. Existe no Brasil uma instituição chamada “Escola de Princesas”. Hoje, quero mostrar tudo que há por trás desse conceito…

    Fonte: Nathalia de Mesquita - Arquivo Pessoal
    Fonte: Nathalia de Mesquita – Arquivo Pessoal

    Na Escola de Princesas, as meninas aprendem sobre moral e ética, boas maneiras, postura e comportamento à mesa, limpeza, culinária, lavanderia e prendas domésticas, cuidados de higiene e beleza, comportamento nas redes sociais e até orientação sexual. Se você viu o conteúdo e está visualizando adolescentes como alunas, saiba que não é bem assim; 80% das alunas têm entre seis e oito anos.

    Criando um mundo encantado?

    Não quero que entendam mal, não há nada de errado em querer passar ensinamentos à sua filha. Mas isso precisa ser feito dentro da realidade dela. Nós, mulheres, já nascemos em um mundo todo cor-de-rosa. Somos cercadas de contos de fadas que nos fazem idealizar um mundo que não é real.

    Se, para reforçar isso, a menina aprende a se vestir e se comportar como uma princesa, ela vai se achar como tal – mesmo não vivendo em um castelo e não sendo da realeza. Como resultado, ela pode acabar se sentindo superior às outras coleguinhas, tratando-as como “plebeias”.

    Até quando esse encantamento vai durar na vida real? Muita gente, por exemplo, vira adulta e encontra dificuldades nos relacionamentos porque ainda carrega a síndrome do Príncipe Encantado que vai aparecer em um cavalo branco…

    Regras e liberdade

    Além disso, todo esse conceito de “Escola de Princesas” está cercado de regras que “engessam” as crianças.

    Já falei aqui no blog no artigo Etiqueta e Crianças que não devemos expor nosso filhos muito cedo às regras de etiqueta. A criança precisa ser criança: brincar, pular e se sujar. Se ela ficar preocupada com a postura de princesa e com sua roupa encantada, não vai conseguir se divertir: que é a melhor coisa de ser criança.

    Fonte: Nathalia de Mesquita - Arquivo Pessoal
    Fonte: Nathalia de Mesquita – Arquivo Pessoal

    Precisamos, sim, dar educação as crianças ensinar regras de etiqueta, mas de uma forma sutil, sem querer que elas se transformem em pequenas Damas e Príncipes. Estes ensinamentos são importantes e quanto mais cedo vierem melhor a criança vai assimilar; mas não podemos deixar que elas deixem de ser criança e curtir a fundo todas as possibilidades.

    E tem mais, as crianças aprendem brincando e se divertindo, se privarmos elas disso, estamos prejudicando seu desenvolvimento intelectual.

    Impondo um padrão

    Outra coisa prejudicial nessa história é o fato de que, nessa Escola de Princesas, as alunas irão aprender desde cedo qual é o conceito de beleza ideal. É aquela beleza que encontramos nos contos de fada: cabelos loiros, lisos, peles perfeitas, unhas impecáveis… não há defeitos nas histórias encantadas. Mas na vida, quando o visual delas não corresponder ao dos contos de fada, como elas irão lidar com isso?

    O mundo cor-de-rosa

    Agora, trago um importante questionamento feito por uma criança em uma loja de brinquedos e que tem tudo a ver com as questões que estamos trazendo sobre a “Escola de Princesas”.

    Veja:

    Então, você sabe responder por que as meninas só podem comprar brinquedos rosas e os meninos podem comprar de todas as cores e coisas muito mais divertidas? Você reparou que na Escola de Princesas não há ensinamentos sobre, por exemplo, “Criatividade” e “Inovação”?

    A princípio eu até achei legal a ideia da escola, mas depois fui refletindo e percebi que realmente eu estava enganada.

    As crianças – sejam meninos ou meninas – precisam ser crianças e ser estimuladas desde cedo a fazer coisas divertidas, criativas, inovadoras. Para tudo isso, é preciso liberdade. As regras são, sim, importantes, mas a liberdade de escolher o que quer ser também é essencial. E as opções das meninas podem ir além do mundo rosa.

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    Não diga às crianças que elas deve ser princesas ou fadas ou qualquer outra coisa. Deixe elas serem crianças e descobrirem o melhor caminho para elas.

    Silvana Lages - baixaSilvana Lages

    Você, sim, precisa de lições de Imagem Pessoal, Etiqueta e Comportamento se deseja alcançar o sucesso profissional. As palestras, cursos e treinamentos de Silvana Lages podem ajudar. Clique aqui, conheça os temas trabalhados pela palestrante e escolha a melhor opção para sua empresa.

  • Etiqueta à mesa não é bicho de sete cabeças

    Etiqueta à mesa não é bicho de sete cabeças

    Esther Proença Soares

    restaurant setPara muita gente, uma mesa bem arrumada, em casa ou em restaurante, pode ser um suplício!

    Por que tantos copos e talheres, por que tantos copeiros e garçons? Como escolher os vinhos, que pratos pedir naqueles cardápios requintados? E se o guardanapo cair no chão, pego ou deixo? Deixa. O garçom trará outro.

    Dúvidas, tão simples quanto essas, gelam as mãos e a pessoa esquece até o próprio nome.

    Vamos partir de uma primeira colocação: tudo que está sobre a mesa foi criado para trazer conforto e bem-estar. Não são instrumentos de tortura, e sim respostas lógicas às necessidades de usufruir melhor os alimentos e as bebidas que vão ser saboreados. Conhecer alguns detalhes básicos de arranjo e etiqueta de mesa e de comportamentos é cada vez mais importante para enriquecer seu paladar, harmonizando alimentos e bebidas de forma a torná-los ainda mais saborosos.

    Além disso, a vida empresarial de hoje exige muitas refeições em restaurantes, com clientes, chefes e colegas de trabalho, em almoços e festas de confraternização ou negócios.

    A refeição cotidiana familiar e um jantar formal para convidados de cerimônia são coisas muito diferentes. A vida moderna do dia a dia pede rapidez, simplicidade, economia de tempo e espaço, sem abrir mão de boa educação. Mas os momentos de lazer, em que queremos curtir amigos e família, podem e devem ser mais bem cuidados.

    Tudo se torna muito fácil quando buscamos conhecer alguns itens básicos – lembrando que não existe certo nem errado: é sempre uma questão cultural.

    Come-se massa  de fios com o garfo ajudado pela colher? Saiba que, mesmo na Itália, de onde veio esse costume, isso não é usado no Norte do país. Na Índia, ainda se come requintadamente à mesa pegando os alimentos com as mãos, mas com um jeitinho especial de só usar três dedos para isso. No Japão, chupa-se a sopa com bastante ruído. Em muitos países europeus, não se muda o garfo de uma para outra mão. E daí? Como ficamos nós, brasileiros, herdeiros de tantas tradições indígenas, africanas, europeias e asiáticas? Assumir nossas origens e diferenças vai nos fazer mais seguros.

    O importante não é o que se gastou,  não é o luxo de objetos de mesa e as iguarias caras e sofisticadas que irão tornar nossos encontros um evento agradável.  O importante é o carinho, o cuidado que colocamos nas escolhas de tudo isso, priorizando sempre as características especiais de nossos convidados.

    Esther Proença Soares

    sabor e saber - esther proenca soares

  • “Haters gonna hate” e o seu direito de ser feliz

    “Haters gonna hate” e o seu direito de ser feliz

     Por Silvana Lages

    Você já ouviu a expressão do título deste artigo? Traduzindo para o português seria algo como “inimigos irão odiar”.

    Essa é uma gíria que tem origem nos guetos americanos e que se espalhou na internet como uma forma de dizer que não importa o que você faça ou fale, aqueles chatos/invejosos/implicantes sempre vão encontrar um jeito de criticar/xingar/zombar.

    E é sobre isso que vou falar neste artigo.

    Será que dá para agradar todo mundo? Ou melhor, será que devemos basear nossas ações querendo agradar a todos?

    Claro seguir regras é importante em diversas situações, mas deixar de ser você para ser alguém completamente diferente e “montado” não trará os resultados que você almeja. Manter a sua individualidade é essencial para isso.

    Os haters e as pessoas públicas

    Abro esse debate apresentando casos públicos de ação de haters. Recentemente, esta reportagem do jornal O Globo revelou que artistas brasileiros são alvos de críticas completamente desnecessárias em redes sociais como Instagram e Twitter. Olha só alguns dos comentários:

    “Sorte do Cauã Reymond foi que ele ficou bonito/gostoso, porque se continuasse feio como na época de Malhação tava perdido”.

    “O dia está tão chato que coloquei uns vídeos do Bruno Mazzeo para rolar, para eu lembrar que sempre existe algo pior que uma segunda-feira”.

    “Preta Gil e Ivete Sangalo de azul e cheias de brilho. Ninguém avisou a elas que gorda e muito brilho não combinam?”

    “Odeio Thalita Rebouças. Ela é muito feliz”.

    Imagine você ter seu espaço invadido por pessoas que nunca o viram pessoalmente e que simplesmente acham que têm o direito de atacá-lo com palavras agressivas. Terrível, não é mesmo?

    Muitos desses artistas respondem a esses comentários. Outros, simplesmente deletam suas contas nesses canais e seguem suas vidas sem poder exercer um dos direitos mais importantes da vida: o da liberdade de expressão!

    Todos temos direito a manter nossa autenticidade. A Ditadura da Beleza, que tanto combato por aqui, tem acabado até mesmo com esse direito que temos desde que nascemos…

    Mesmo quando nos preocupamos com nossa Imagem Pessoal, querendo mostrar o que há de melhor em nós, adequando nossas roupas e comportamentos aos objetivos que queremos alcançar, não podemos jamais deixar de ser quem somos.

    Snapshop

    Nossa individualidade, nosso estilo, nosso jeito, é o que nos faz únicos e especiais. É possível, sim, trabalhar sua Imagem Pessoal para o desenvolvimento profissional e, mesmo assim, manter sua autenticidade.

    O importante é alinhar seu perfil pessoal aos seus desejos e ambições profissionais, por exemplo: se você deseja ter um estilo mais alternativo, precisa buscar uma vida mais alternativa, uma profissão que permite esse tipo de estilo, pois se entrar em um mercado profissional formal não conseguirá manter esse perfil.

    E respondendo à pergunta do início do texto: não, não é possível agradar a todos, e nem devemos ter essa pretensão. Foque em seus objetivos para selecionar o que e quem realmente importa para você.

    Não tem jeito, haters gonna hate, sempre haverá alguém para criticar. Mas se você se dedicou ao desenvolvimento de sua Imagem Pessoal pode ficar tranquilo, pois sabe que fez o seu melhor.

    Seja você mesmo no seu caminho para o sucesso, e deixe os “haters” para trás!

    E, pra finalizar, um exemplo de que nem tudo está perdido e que o mundo não é feito de pessoas que só enxergam coisas ruins. Um projeto da marca Dove utilizou a “selfie” como uma ferramenta para que adolescente e suas mães encontrassem sua Beleza única e real. Confira o vídeo e inspire-se!

    Silvana Lages

    Muitas vezes os “haters” são encontrados de forma subjetiva. Pode ser uma matéria em uma revista dizendo que você não tem o corpo ideal, um comercial de televisão apontando um padrão fora de seu alcance. Pensando nisso, desenvolvi a palestra “Ditadura da Beleza x Ditadura da Felicidade: o que realmente importa para o sucesso das mulheres”, em que mostro como as mulheres podem alcançar o sucesso por meio do desenvolvimento de sua Imagem Pessoal baseado em sua Beleza Real. Entre em contato e saiba mais. contato@silvanalages.com.br | (31) 9136-7973

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  • O que o “Estilo Rolezinho” pode ensinar sobre Imagem Pessoal

    O que o “Estilo Rolezinho” pode ensinar sobre Imagem Pessoal

    Por Silvana Lages

    Nos últimos meses um dos assuntos mais comentados na imprensa brasileira foi o “rolezinho”, um tipo de encontro ou manifestação de jovens que aconteceu em shoppings de diversas cidades do País.

    Meu objetivo com este artigo não é dizer se a atitude dos jovens estava certa ou errada, mas sim analisar o que mais me chamou a atenção nesta situação: a abordagem da mídia em relação ao perfil desses jovens…

    Estilo Rolezinho?

    estilo rolezinho
    Imagem: Folha de S. Paulo

    Diversas reportagens (como essa aqui) apontaram as características dos participantes desses encontros. Os veículos generalizaram os personagens dos rolezinhos, especificando as marcas de roupas e acessórios que eles utilizam.

    Talvez você esteja perguntando “Silvana, o que há de errado nisso? É normal os jornalistas falarem sobre as características das pessoas sobre as quais escrevem”.

    Eu respondo o seguinte: “falar sobre as características de alguém é uma coisa, generalizar um estilo é outra, e não é bom para ninguém!”

    Um das matérias falava, por exemplo, que mulheres que participavam dos Rolezinhos são usavam sapato da marca “Melissa” e faziam chapinha no cabelo. Pare e pense: será mesmo que TODAS se vestiam assim? E as meninas que gostam de Melissa, alisam o cabelo e discordam das manifestações? Pois é, poderiam se sentir ofendidas por serem incluídas nessa generalização.

    Falo isso porque muitas vezes essa generalização também acontece no ambiente corporativo.

    Mas seja no Rolezinho ou na empresa, não é a marca que vai contribuir com sua Imagem Pessoal, e sim a forma como você se cuida e como você utiliza as peças que tem no guarda-roupa. O mais importante é o resultado final da combinação e, principalmente, a postura que você adota utilizando cada roupa.

    Silvana Lages - baixaDizer que para parecer elegante é preciso usar marca “tal” é besteira. O importante é investir em roupas de qualidade e que se adequem a seu tipo físico, ambiente de trabalho e aos seus objetivos profissionais, independente de marca.

    Silvana Lages

    Quer que sua empresa seja mais valorizada? Invista na Imagem Pessoal dos profissionais que fazem parte dela. Colaboradores que se cuidam e se gostam trabalham melhor e representam muito melhor a organização. Entre em contato conosco e saiba como as palestras, cursos e treinamento de Silvana Lages podem ajudar sua empresa a se valorizar por meio do cuidado da Imagem Pessoal de seus colaboradores. comercial@silvanalages.com.br | (31) 9136-7973

  • Entenda o que é (e pra quem é) o Estilo Sexy

    Entenda o que é (e pra quem é) o Estilo Sexy

    Por Silvana Lages

    Depois de apresentar, na semana passada, o Estilo Clássico Tradicional, volto hoje para falar sobre o estilo Sexy.

    Não são muitas as profissões que permitem o uso de roupas que se encaixam nesse estilo, pois às vezes ele transmite mensagens que no ambiente profissional não são muito bem-vindas, como exibicionismo, culto excessivo ao corpo e assim por diante.

    É um estilo difícil de ser adotado e requer muitos cuidados. E é sobre isso que falo neste vídeo:

    Pense nisso!

    Sucesso.

    Silvana Lages

  • Entenda o que é (e para quem é) o estilo Clássico Tradicional

    Entenda o que é (e para quem é) o estilo Clássico Tradicional

    Por Silvana Lages

    Você já parou para pensar no seu próprio estilo e nas informações que ele transmite para as pessoas com quem você convive?

    Pois é, o estilo Clássico Tradicional, por exemplo, passa uma mensagem conservadora, de autoridade e maturidade, e costuma ser o preferido de profissionais das seguintes áreas: financeira, educacional, governamental e assim por diante.

    No vídeo de hoje explico melhor isso e faço você refletir sobre esse estilo.

    Assista!

  • Tatuagem e piercing X ambiente de trabalho: como lidar?

    Tatuagem e piercing X ambiente de trabalho: como lidar?

    Por Silvana Lages

    Esta aí uma questão polêmica.

    Antigamente tinha-se uma visão muito negativa quanto à tatuagem e ao piercing no ambiente de trabalho. Dá pra dizer que ambos eram proibidos em qualquer ambiente profissional.

    Hoje em dia, porém, já não é bem assim. Algumas áreas/empresas têm uma postura mais flexível e tatuados e adeptos dos piercings têm uma liberdade um pouco maior.

    Porém, ainda são necessários alguns cuidados nesse sentido. E é sobre isso que vou falar neste artigo. Saiba de que forma você pode adaptar esses adereços ao dia a dia da sua organização e construa uma Imagem Pessoal adequada aos seus objetivos profissionais.

    Imagem Pessoal - tatuagem - Silvana Lages

    1) Contexto – a maior ou menor aceitação das tatuagens e piercings depende do tipo de trabalho que você executa e da formalidade do ambiente da sua empresa. Se, por exemplo, você atuar em áreas como Comunicação, Moda e Artes, os adereços são mais aceitos. Em áreas como Medicina, Direito e Economia o cuidado precisa ser maior.

    2) Público – quem são seus clientes? Como são as pessoas com quem você se relaciona no dia a dia profissional? Sabendo responder essas perguntas você vai saber quando é o momento de mostrar ou de esconder sua tatuagem ou piercing. Se você vai a uma reunião em uma empresa mais conservadora, por exemplo, não custa nada tirar o piercing do nariz, certo?

    3) Locais e tamanhos estratégicos – a escolha do local para aplicação do seu piercing ou tatuagem pode ser fundamental para aqueles momentos em que seja necessário escondê-los. Tatuagens que podem ser cobertas por determinados tipos de roupas, por exemplo, são uma boa saída para adequar-se aos ambientes profissionais não tão liberais. Além disso, tenha em mente que quanto maior e mais visível sua tatuagem/piercing, maior o impacto.

    4) Entrevista de emprego – falei sobre esse tema ao Portal Catho (clique aqui e confira). O conselho que dei lá, repito aqui: seja honesto. Se você fizer questão de usar o piercing e a tatuagem de forma aparente em seu dia a dia, deixe essa questão bem clara na hora da entrevista. Isso é importante para evitar desentendimentos futuros. Muitas empresas possuem políticas específicas quanto a isso, e é bom esclarecer as coisas antes de ser contratado.

    De maneira geral, tudo vai depender da cultura da empresa e do tipo de seu trabalho. Não há nada de errado em querer demonstrar sentimentos, valores e personalidade por meio de tatuagens ou piercings. Só é importante que você tenha plena consciência de como isso irá afetar sua vida profissional.

    Silvana Lages - baixaComo disse na entrevista para a Catho, colocar um adereço definitivo, como uma tatuagem, é saber conviver e se adaptar a vida em relação a isso, seja daqui 5 ou 50 anos.

    Lembre-se sempre disso, faça escolhas mais acertadas e beneficie-se disso.

    Sucesso!

    Silvana Lages

    Quer orientar sua equipe sobre como se adequar ao ambiente de trabalho? As palestras, treinamentos, cursos e workshops de Silvana Lages ensinam aos profissionais como aperfeiçoar sua Imagem Pessoal. Seja no cuidado com pierciens e tatuagens ou na escolha da melhor roupa, cuidar da Imagem é fundamental para o desenvolvimento profissional. Entre em contato e saiba mais: comercial@silvanalages.com.br | (31) 9136-7973